PPGH | (92)99132-4049 |

O Manual do Aluno, elaborado pela Coordenação do Programa, é um auxiliar dos estudantes do Mestrado em História, dando resposta à maior parte das questões que podem surgir. O Manual do Aluno passará por atualizações, com indicação do item atualizado, sempre que houver alterações nas normas relativas à pós-graduação.

 

MANUAL DO ALUNO DO PPGH (conteúdo atualizado em 11 de fevereiro de 2015)

1. A PÓS-GRADUAÇÃO NA UFAM

2. O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

3. PROCESSO SELETIVO

4. ESTRUTURA DE APOIO À PESQUISA E À PÓS-GRADUAÇÃO

5. MATRÍCULA NO CURSO E MATRÍCULA EM DISCIPLINAS

6. PRAZOS DO CURSO

7. EXAME DE QUALIFICAÇÃO

8. DEFESA DE DISSERTAÇÃO

9. APÓS A DEFESA DE DISSERTAÇÃO

10. BOLSAS E AUXÍLIOS PARA OS ESTUDANTES

11. ESTÁGIO DOCÊNCIA

12. ALUNOS ESPECIAIS

13. ALUNOS REGULARES DE OUTROS PROGRAMAS DA UFAM

14. SECRETARIA DO PPGH

 

1. A PÓS-GRADUAÇÃO NA UFAM

1.1. A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP) é o órgão superior encarregado de coordenar, apoiar e supervisionar as ações em pesquisa e em pós-graduação desenvolvidas nos cursos de mestrado e doutorado stricto sensu e nos de mestrado profissional.

A PROPESP é também responsável por coordenar as atividades de iniciação científica pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC).

Cabe à PROPESP definir, em linhas gerais, as políticas de pesquisa e pós-graduação da Universidade, promovendo as estratégias necessárias para o seu avanço, e também intermediar a relação dos programas de pós-graduação com as agências de fomento à pesquisa como FAPEAM, CAPES e CNPq.

É a PROPESP ainda quem expede certificados e diplomas e também administra os recursos para a pós-graduação provenientes de convênios e das agências financiadoras, recursos estes que fazem parte de programas de apoio às atividades pós-graduadas: PROAP (CAPES) e POSGRAD (FAPEAM).

 

2. O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

2.1. O Programa de Pós-Graduação em História

O Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) teve seu curso de Mestrado em História stricto sensu Credenciado pela Portaria nº 696/2006 - CAPES/MEC, de 16 de março de 2006 (DOU de 17/03/2006). Nesse mesmo ano, ingressou a sua primeira turma de alunos. O PPGH está instalado no bloco “Arthur César Ferreira Reis”, do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), Setor Norte do campus da capital da UFAM.

2.2. Área de concentração do curso

A área de concentração do curso de mestrado do PPGH é em História Social e suas linhas de pesquisa são três: Cultura e Representações (Linha de Pesquisa 1), Migrações, Trabalho e Movimentos Sociais na Amazônia (Linha de Pesquisa 2) e Políticas, Instituições e Práticas Sociais (Linha de Pesquisa 3).

2.3. Linhas de pesquisa

As linhas de pesquisa correspondem a perfis temáticos e teórico-metodológicos dentro do trabalho investigativo em História. No PPGH-UFAM, existem três, em torno das quais se reúnem os professores segundo suas afinidades acadêmicas. 

2.4. Docentes

O Programa de Pós-Graduação em História é formado por docentes permanentes, colaboradores e visitantes. As áreas de atuação e de interesse de cada um deles consta na página eletrônica do Programa e nos materiais de divulgação que, anualmente, são produzidos por ocasião do processo seletivo.

A área de especialização e de interesse de cada docente orientador pode ser conhecida pela página do Programa no portal da UFAM www.ppgh.ufam.edu.br. O mesmo vale para conhecer o perfil das linhas de pesquisa do Programa e as atividades e o funcionamento dos laboratórios e núcleos aos quais estão ligados os professores.

2.5. Instâncias do Programa de Pós-Graduação em História

O PPGH tem a seguinte composição: um Colegiado, que é a instância máxima de decisão do Programa, composto pelos docentes e por representantes discentes; uma Coordenação - CoPPGH, da qual fazem parte o coordenador, o vice-coordenador, mais dois membros representantes docentes e um membro representante discente; e uma Comissão de Bolsas, composta pelo coordenador, por dois representantes docentes e um representante discente.

2.5.1. Colegiado do PPGH

Dentre as atribuições do Colegiado do PPGH, estão: aprovar o Edital de Seleção para ingresso no Programa, avaliar o funcionamento e desempenho do Programa, aprovar a composição da Comissão de Bolsas, aprovar os critérios propostos pela Comissão de Bolsas para concessão de bolsas e acompanhamento dos bolsistas, aprovar o planejamento financeiro do Programa, etc.

2.5.2. Coordenação do PPGH - CoPPGH

A Coordenação do PPGH – CoPPGH é composta pelo coordenador e pelo vice-coordenador, dois representantes docentes e um representante discente. Compete à CoPPGH tomar as decisões em âmbito acadêmico e administrativo, sendo de responsabilidade do coordenador e do vice-coordenador colocá-las em execução.

2.5.3. Comissão de Bolsas

Compete à Comissão de Bolsas atribuir aos alunos as bolsas existentes, aplicando normas estabelecidas pelo Colegiado e pelas agências de fomento à pesquisa (FAPEAM, CAPES, CNPq), podendo adotar critérios suplementares. A Comissão de Bolsas também acompanha o desempenho dos alunos bolsistas e não bolsistas, recebendo e avaliando os relatórios parciais e finais.

2.6. Corpo Discente e Representação discente

O Corpo Discente do PPGH é formado pelos alunos regulares, isto é, que ingressaram pelo processo seletivo. Na estrutura do PPGH, os discentes têm representação: no Colegiado, correspondendo a um quinto do número de professores do programa; na Coordenação do curso, com um membro representante dos alunos; e na Comissão de Bolsas, também com um membro, este, obrigatóriamente, há pelo menos um ano no curso. Os representantes discentes são escolhidos por seus pares, em assembléia dos pós-graduandos, convocada para este fim pela Coordenação do Programa.

 

3. PROCESSO SELETIVO

3.1. O processo seletivo

O processo seletivo para ingresso no curso de mestrado ocorre uma vez por ano, normalmente no segundo semestre. O número de vagas pode variar de acordo com a capacidade do Programa de absorver novos alunos.

O processo seletivo se realiza em geral, pelas seguintes etapas: 1) homologação das inscrições; 2) prova escrita de conhecimentos; 3) avaliação do projeto de pesquisa; 4) entrevista do candidato. O candidato deve, também, comprovar proficiência em língua estrangeira (espanhol, inglês ou francês), havendo normas específicas para este quesito.

É nos editais de seleção que constam as regras que os candidatos a vaga deverão seguir. Essas regras podem sofrer modificações e, por isso, é imprescindível ao interessado acompanhar atentamente os editais de processo seletivo específicos para cada seleção.

3.2. Proficiência em Língua Estrangeira

Todo aluno, brasileiro ou naturalizado, que for aprovado no processo seletivo para o mestrado deve apresentar comprovação de proficiência em Língua Estrangeira (inglês, francês ou espanhol) no prazo máximo de 1 (um) ano a contar da data de matrícula. Para estrangeiros, a comprovação de proficiência no idioma português deve ser feita no ato da inscrição para a seleção. Ver também a Resolução PPGH-02/2015.

3.3. Definição do Orientador

No primeiro semestre do curso, o aluno saberá por que docente será orientado. A designação do orientador do pós-graduando subordina-se a critérios tais como: a indicação da linha de pesquisa feita pelo aluno quando de sua inscrição no processo seletivo; a afinidade dos professores com os temas de pesquisa dos projetos inscritos; o número de alunos que o professor já tem sob sua orientação, etc. A orientação, quando decidida, é formalizada pelo "Termo de Orientação", assinado por aluno e professor.

3.4. Mudança de orientador

Conforme o Regimento Interno do PPGH, “a mudança de orientação somente ocorrerá por motivo excepcional e justificado, mediante formalização à Coordenação do Programa pelo Professor Orientador ou pelo Aluno” (art. 68) e “as solicitações de mudança de orientador deverão ser feitas até o final do segundo período letivo, sendo apreciadas pela Coordenação do curso no prazo máximo de 30 (trinta) dias” (art. 69)

 

4. ESTRUTURA DE APOIO À PESQUISA E À PÓS-GRADUAÇÃO

4.1. Os laboratórios ou núcleos de pesquisa

Há, no Departamento de História, dois laboratórios e um núcleo de pesquisa. Compreendem instalações equipadas, que concentram professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação em torno de determinados interesses de pesquisa histórica. Sua finalidade é a de empreender projetos de pesquisa com financiamento, mediante os quais adquirem equipamentos, acervos de documentos e insumos para seu pleno funcionamento.

4.1.1. Laboratório de Estudos em História Cultural- LEHC

Ligado à Linha de Pesquisa 1 - Cultura e Representações, este laboratório abriga dois grupos de pesquisa, articulados a projetos de alunos da graduação e da pós-graduação (monografias, iniciação científica, mestrado). São eles Cultura e Historiografia da Amazônia e História Cultural da Amazônia. O LEHC possui acervo de periódicos e de documentos em microfilme sobre a Inquisição portuguesa e é dotado de computadores e leitora de microfilmes, proporcionando aos alunos uma infra-estrutura favorável aos estudos.

Professores associados ao LECH: Almir Diniz de Carvalho Jr., Antônio Emílio Morga, Auxiliomar Silva Ugarte; Kátia Cilene do Couto; Otoni Moreira de Mesquita, Sínval Carlos Mello Gonçalves.

4.1.2. Laboratório de História da Imprensa no Amazonas – LHIA

O LHIA está associado à Linha de Pesquisa 2 - Migrações, Trabalho e Movimentos Sociais na Amazônia e vem desenvolvendo trabalhos desde o início das atividades do Curso de Mestrado. O LHIA desenvolve duas linhas de pesquisa (Imprensa e Cultura Letrada e Imprensa e Mundos do Trabalho), com forte inflexão para os estudos acerca da Imprensa de trabalhadores, sendo um de seus principais objetivos inventariar a produção periódica.

Professores vinculados ao LHIA: Luís Balkar Sá Peixoto Pinheiro, Maria Luiza Ugarte Pinheiro, Geraldo Pantaleão Sá Peixoto Pinheiro, Patrícia Rodrigues da Silva, Marcos César Borges da Silveira.

4.1.3. Laboratório de História Oral – LHO

Organizado em duas linhas de pesquisa: Trabalhadores e migrações e Trabalhadores e modos de vida, o Laboratório de História Oral (LHO) foi criado em 2012 e integra o Departamento de História da UFAM. Objetiva fomentar o debate acerca do uso das fontes orais como material primordial da investigação histórica e apoiar pesquisas nessa área. Promove, como atividades, discussões acerca das questões teórico-metodológicas que envolvem a pesquisa com as fontes orais e a memória, mini-cursos e workshops e possui arquivo de fontes orais, visuais e digitais.

Professores vinculados ao LHO: Patrícia Rodrigues da Silva e Adriana Brito Barata Cabral.

4.1.4. Núcleo de Pesquisas em Políticas, Instituições e Práticas Sociais – POLIS

O POLIS, desde 2005, congrega professores e alunos envolvidos em projetos de pesquisa, que têm a Amazônia como ponto de partida para a reflexão sobre populações, tempo, espaço, relações de poder e política. O Núcleo possui acervo de periódicos microfilmados; reserva bibliográfica; banco de imagens; banco digital de documentos dos séculos XVIII ao XX, além de equipamentos que auxiliam a pesquisa.

Professores associados ao POLIS: Adriana Angelita da Conceição, Ana Lúcia Vieira, Eloína Monteiro dos Santos, Hideraldo Lima da Costa, James Roberto Silva, Marcia Eliane Alves de Souza e Mello, Nelson Tomelin Jr., Patrícia Maria Melo Sampaio e Maria Eugênia Mattos Luchsinger.

 

5. MATRÍCULA NO CURSO E MATRÍCULA EM DISCIPLINAS

5.1. Matrícula no Curso

É por intermédio do ato da matrícula no Curso de Mestrado que o ingressante se vincula oficialmente ao Programa tornando-se aluno regular. Para se matricular no curso, o aluno deve, no período indicado pelo Programa (normalmente, entre 15/jan. e 15/fev.), preencher o Formulário de cadastro de aluno no SIE (Sistema de Informação de Ensino), assiná-lo e entregar na Secretaria do Programa. Com este procedimento, o aluno ganha um número de matrícula, que o acompanhará ao longo da pós-graduação.

5.1.1. Carteira de Estudante e Passe estudantil

Para obter a carteira de estudante da UFAM, o aluno deve se dirigir ao Departamento de Apoio ao Estudante, no prédio da Reitoria, munido dos documentos que constam no link carteira.estudantil. Para comprovar matrícula junto ao DAEST, o aluno deve antes solicitar, na Secretaria do PPGH, uma declaração de que é aluno regular do curso. Para o Passe Estudantil, o aluno deve se informar pelo link passa.facil 

5.2. Matrícula em disciplina

A matrícula em disciplina deve ser efetuada em todos os semestres ao longo do curso. Antes do início de cada semestre letivo, o aluno, junto com o seu orientador, escolhe quais disciplinas serão cursadas. A matrícula é realizada na Secretaria do Programa, mediante apresentação de formulário preenchido.

5.2.1. Matrícula em “Atividades de Pesquisa”

"Atividades de Pesquisa" é uma disciplina sem créditos, na qual a matrícula é efetuada, automaticamente, todos os semestres, pela Secretaria do Programa. Ela consiste no trabalho de orientação realizado pelo professor e pelo discente ao longo de toda a permanência deste no curso.

5.3. Disciplinas obrigatórias e optativas

Durante o mestrado, o discente deverá cursar disciplinas obrigatórias e optativas. As disciplinas obrigatórias de domínio comum pertencem, necessariamente, à área de concentração do curso; já as optativas podem corresponder à área de concentração ou ser de domínio conexo. Eis as definições:

5.3.1. Disciplinas obrigatórias de domínio comum

São Disciplinas obrigatórias de domínio comum aquelas consideradas, por seu conteúdo, indispensáveis para a formação específica dos alunos conforme o perfil teórico-metodológico do curso. São oferecidas exclusivamente pelo PPGH.

5.3.2. Disciplinas optativas da área de concentração

Disciplinas optativas da área de concentração são aquelas que proporcionam conteúdos dirigidos de relevância específica, não geral. São oferecidas semestralmente pelo PPGH.

5.3.3. Disciplinas optativas de domínio conexo

São aquelas que, oferecidas pelo próprio PPGH ou por outros programas de pós-graduação, não pertencem à área de concentração do curso, mas podem representar contributo para as pesquisas dos discentes, seja por seu tema, seja pela interlocução propiciada com outras áreas do conhecimento.

5.4. Cumprimento de créditos em disciplinas obrigatórias e optativas

Cada aluno deve cumprir, no mínimo, ao longo do curso: 12 (doze) créditos em disciplinas obrigatórias; 12 (doze) créditos em disciplinas optativas; 6 (seis) créditos em defesa de dissertação. Totalizam 30 (trinta) créditos.

5.4.1. Créditos e carga horária

As disciplinas obrigatórias têm carga horária de 90h e correspondem a 6 créditos; as disciplinas optativas têm carga horária de 60h e correspondem a 4 créditos. A disciplina que é obrigatória para determinada linha de pesquisa pode ser cursada como optativa pelos alunos ligados às outras linhas de pesquisa.

5.4.2. Cumprimento de créditos em disciplinas de outros programas

Do total de 24 créditos em disciplina exigidos, o aluno deve cumprir pelo menos 20 (vinte) créditos em disciplinas oferecidas pelo PPGH. A seu critério, o aluno poderá realizar disciplinas optativas oferecidas por outros programas de pós-graduação.

Os créditos obtidos em disciplinas oferecidas por outros cursos só serão aproveitados se houver concordância do orientador. Além disso, a validação desses créditos e a inclusão no histórico das disciplinas cursadas em outros programas não são automáticas. É preciso que o aluno solicite, à Coordenação do curso, o seu aproveitamento em formulário próprio disponível no site do PPGH.

5.4.3. Aproveitamento de créditos de disciplina

Para o aproveitamento de créditos de disciplina é exigido que se apresente, no ato do pedido: o programa da disciplina em causa e comprovante de aprovação na disciplina, em que constem os nomes da disciplina, do curso e do professor responsável, a nota obtida, o número de créditos e a carga horária. O pedido de aproveitamento deve ser encaminhado em formulário próprio, disponível no site do PPGH, e será avaliado pela Coordenação do Programa.

5.5. Obrigatoriedade da matrícula em disciplina

Até cumprir os 24 créditos mínimos em disciplina exigidos, normalmente concluídos nos dois primeiros semestres do curso, o aluno deve sempre estar matriculado em disciplina, salvo com a expressa autorização de seu orientador e por, no máximo, um semestre letivo. Deixar de se matricular em disciplina, sem apresentar justificativa, implica no desligamento automático do curso.

5.6. Trancamento de matrícula em disciplina

Caso o aluno decida não mais seguir uma disciplina, ele deve, respeitando o calendário acadêmico (disponível no site do Programa), trancar a sua matrícula preenchendo formulário próprio e apresentando-o à Secretaria do Programa. O requerimento de trancamento de disciplina deve ser assinado solidariamente pelo professor-orientador. Não mais comparecer às aulas, simplesmente, implicará em reprovação por falta.

5.7. Trancamento de matrícula do Curso

Caso o aluno tenha de paralisar suas atividades no mestrado, ele pode solicitar trancamento de matrícula do curso, pelo prazo máximo de 1 (um) semestre letivo, “mediante permissão do Orientador e justificativa à Coordenação do Programa que explicite os motivos que levaram a tal solicitação” (art. 62 RI).

5.7.1. Prazo para o trancamento de matrícula do Curso

O trancamento de matrícula do curso somente pode ser solicitado entre o 2o e o 3o semestres depois de iniciado o curso, isto é, a partir do 7o mês e até o 18o mês. Deve ser solicitado à Coordenação do Programa, em formulário próprio, respeitando o calendário semestral do PPGH. Uma vez obtido o trancamento, “o prazo máximo de finalização do curso de Mestrado será ampliado em um semestre letivo” (art. 65 RI).

 

6. PRAZOS DO CURSO

6.1. Prazos regimentais

Os prazos pelos quais se regulam os procedimentos do curso de mestrado estão todos previstos no Regimento Interno do PPGH e no Regimento Geral da Pós-Graduação da UFAM. São, por isso, chamados de prazos regimentais e começam a ser contados desde que o ingressante tem efetivada sua condição de aluno regular no Programa.

6.2. Duração mínima e máxima do curso

A duração mínima do curso é de 12 (doze) meses, não podendo o aluno concluí-lo antes de completado esse limite (art. 94 RG). A duração máxima do curso é de 24 (vinte e quatro) meses, isto é, o aluno deve defender sua dissertação até o vigésimo quarto mês a contar de seu ingresso. Após esse prazo, o discente deve ser desligado do Programa, salvo se tiver requerido, junto com seu orientador, prorrogação antes de vencer o prazo máximo regimental (art. 75 RG).

6.3. Prazos do exame de qualificação e da defesa de dissertação

Os prazos mais decisivos do curso de mestrado são os do exame de qualificação e da defesa de dissertação.

6.3.1. Exame de Qualificação

Deve “ser realizado no prazo mínimo de 12 (doze) meses e no prazo máximo de 18 (dezoito) meses após o início do Curso” (art. 81 RI).

6.3.2. Defesa de dissertação

Deve acontecer no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir do ingresso do aluno no curso.

6.4. Prorrogação de prazo

O prazo regimental de 24 meses pode ser prorrogado, em caráter excepcional, uma única vez, a título de conclusão da dissertação por período de até 120 (cento e vinte) dias. As condições são que o aluno já tenha sido aprovado no exame de qualificação e que apresente, no ato do pedido, “uma versão preliminar da dissertação e um cronograma indicativo das atividades a serem desenvolvidas pelo aluno no período de prorrogação”. A solicitação deve ser apresentada à Coordenação do curso, em formulário próprio, contendo a “justificativa do pedido” e a “concordância expressa do orientador” (art. 75 RG).

6.4.1. Justificativa para a prorrogação

Um pedido de prorrogação para conclusão e defesa da dissertação deve se apoiar em motivos excepcionais, não a pretexto de compensar os percalços previsíveis e próprios à atividade de pesquisa e de escrita do trabalho.

6.5. Formulário de freqüência

Os alunos beneficiados por bolsa de estudo (FAPEAM, CAPES, CNPq) devem entregar à Secretaria do Programa, até o dia 15 de cada mês, o formulário de freqüência, preenchido e assinado por si e pelo orientador. A não apresentação do formulário de freqüência acarretará a suspensão do pagamento da bolsa (Resolução 001/2012, de 12/02/2012, da Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação). O formulário de freqüência está disponível em: ppgh.formularios

6.6. Relatório semestral de atividades

Conforme o Regimento Interno do PPGH, “os alunos regulares trabalharão em regime de tempo integral, sob orientação de um professor do Programa” (Art. 55) e “deverão efetuar relatórios semestrais de suas atividades”, encaminhados à Comissão de Bolsas do Programa, assinado pelo orientando e pelo orientador. A obrigatoriedade vale para alunos bolsistas e não bolsistas e sua finalidade é a de permitir à Comissão de Bolsas “acompanhar o desempenho dos alunos bolsistas e não bolsistas“ e de “realizar avaliação semestral do desempenho de bolsistas durante a vigência do auxílio, a fim de decidir sobre sua manutenção, renovação ou cancelamento” (Art. 42 RI).

6.6.1. Período de entrega do relatório semestral

Os períodos de entrega do relatório semestral são os meses de fevereiro e agosto de cada ano ou a contar do ingresso do mestrando no curso. Esses períodos serão indicados no Calendário Acadêmico, constante no site do Programa.

6.6.2. Modelos de relatórios

O mestrando deve apresentar seu relatório num dos três modelos fornecidos pelo Programa (disponíveis no site do PPGH), sendo um para bolsistas FAPEAM, um para bolsistas CAPES e CNPq e um para alunos não bolsistas.

 

7. EXAME DE QUALIFICAÇÃO

7.1. Exame de qualificação: finalidade

O Exame de qualificação é uma avaliação do estágio intermediário em que se encontra o desenvolvimento das atividades e da pesquisa do mestrando. Para ser avaliado no Exame de qualificação, o aluno, com o suporte de seu orientador, produz um relatório de qualificação, em que descreve as atividades de pesquisa desenvolvidas, disciplinas cursadas, apresenta os progressos da pesquisa, resultados parciais, etc.

7.2. Estrutura do relatório de qualificação

O Relatório de qualificação deve conter, obrigatoriamente: a) Memorial descritivo das atividades acadêmicas realizadas; b) Projeto de pesquisa aprovado na Seleção; c) Plano de redação detalhado das partes constitutivas da dissertação; d) No mínimo, um dos capítulos da dissertação redigido (art. 86 RI).

7.3. Requisitos para o exame de qualificação

Para se submeter ao exame de qualificação, o aluno precisa: a) que tenham sido transcorridos ao menos 12 meses do seu ingresso no curso (art. 81 RI); b) ter cumprido todos os 24 créditos em disciplina; c) ter seus relatórios semestrais aprovados até o momento da solicitação (art. 83 RI). 

7.4. Solicitação do exame de qualificação

Compete ao professor orientador encaminhar, com antecedência mínima de 20 dias úteis, a solicitação do exame de qualificação para a Coordenação do Programa, informando a data prevista e indicando nomes para compor a Banca Examinadora.

7.4.1. Composição da banca examinadora do exame de qualificação

A banca examinadora de qualificação terá 3 (três) membros titulares: um presidente (naturalmente o professor orientador) e dois docentes, podendo um destes ser externo ao Programa (art. 54 RI), e deve prever dois professores suplentes (art. 57 RG).

7.4.2. Indicação de membro externo em exame de qualificação

Ao indicar membro externo ao Programa para composição de banca, é preciso preencher e encaminhar à Coordenação do curso o formulário de Cadastro de Docente Externo (disponível na página eletrônica do PPGH).

7.5. Reprovação no exame de qualificação

Em caso de reprovação no Exame de qualificação, o candidato deve apresentar novo relatório num prazo de 60 (sessenta) dias. Se novamente reprovado, estará automaticamente desligado do Programa (art. 88-90 RI).

 

8. DEFESA DE DISSERTAÇÃO

8.1. Requisitos para a defesa de dissertação

Para a defesa pública de dissertação de mestrado, o aluno precisa: a) ter sido aprovado no exame de qualificação; b) ter um artigo aceito ou publicado por um periódico da área classificado entre A1 e B5 na tabela QUALIS (Resol. PPGH-01/2013); e c) uma participação em congresso da área, com apresentação de trabalho completo em comunicação oral (Resol. PPGH-01/2013). [Modificado pela PPGH-06/2014]

8.2. Requerimento de defesa de dissertação

Cabe ao professor-orientador apresentar à Coordenação do Programa a proposta de banca examinadora junto de indicação da data prevista para a defesa, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, mediante preenchimento de formulário próprio. O documento deve ser acompanhado de 5 (cinco) exemplares da dissertação, destinados aos membros titulares e suplentes da banca examinadora.

8.2.1. Comprovantes que devem acompanhar o requerimento de defesa

Para os mestrandos que ingressaram a partir de 2013 deve-se apresentar, junto com o requerimento de defesa, comprovantes de que a) teve artigo aceito ou publicado em periódico científico e b) de trabalho completo apresentado em evento da área. [modificado pela Resolução PPGH-06/2014]

8.3. Número de exemplares da dissertação

Cabe ao mestrando preparar 5 (cinco) exemplares de sua dissertação para entregá-los à Secretaria do Programa junto com o requerimento de defesa. Após a defesa, o aluno tem 60 (sessenta) dias para entregar à Secretaria do Programa 1 (um) exemplar da dissertação, encadernado em capa dura, acompanhado da versão PDF em CD (Art. 71 RG). Este exemplar deve, obrigatoriamente, conter ficha catalográfica e, na folha de rosto, a inscrição "Versão corrigida".

8.3.1. Entrega direta da dissertação aos membros da banca examinadora

É facultado a orientador e orientando que entreguem os exemplares da dissertação diretamente aos membros da banca examinadora, devendo, neste caso, responsabilizarem-se por escrito no corpo do Requerimento de Defesa. 

8.3.2. Entrega da dissertação aos membros da banca pela Secretaria do Programa

Cabe, de praxe, à Secretaria de Pós-Graduação o encargo de entregar os exemplares da dissertação aos membros da banca. Para tanto, exige-se que os exemplares sejam depositados ao menos 30 (trinta) dias antes da data da defesa. Após este prazo, a incumbência da entrega dos exemplares para os componentes da Banca passa a ser do mestrando.

8.4. Normalização técnica para a dissertação

A escrita e a apresentação da dissertação devem respeitar as normas contidas no Guia para Normalização de Teses e Dissertações da UFAM (Manaus, 2003), disponível em ppgh.formularios  

8.4.1. Ficha catalográfica

A dissertação deve ser apresentada com ficha catalográfica, conforme determina o Art. 5o da Resolução 010/2007, de 27/03/2007, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Desde agosto de 2014, a ficha catalográfica passou a ser feita diretamente pelo site da Biblioteca Central da UFAM, que oferece o serviço pelo link www.bc.ufam.edu.br. Dúvidas e dificuldades devem ser sanadas pelo fone (92) 3305-4536 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

8.5. Composição da banca examinadora de defesa de dissertação

A banca examinadora da defesa de dissertação de mestrado será constituída por 3 (três) professores (presidente e dois titulares). É preciso que mais dois nomes sejam indicados como suplentes. O orientador presidirá a banca e um de seus membros titulares deve, obrigatoriamente, ser externo ao Programa (art. 66 RG; art. 94 RI). Dentre os suplentes designados, pelo menos um deve ser externo ao programa (art. 66 RG).

8.6. Indicação de membro externo para banca examinadora de defesa

Ao indicar membros externos ao Programa para composição de bancas, é preciso que se preencha e se encaminhe para Coordenação do curso um documento de cadastro com dados tais como: nome do participante, data de nascimento, instituição, RG, CPF, endereço residencial e institucional, e-mail, telefone, dados da conta bancária e sugestão de vôos.

 

9. APÓS A DEFESA DE DISSERTAÇÃO

9.1. Ata de defesa

O mestrando, ao final da sessão de defesa de dissertação, receberá uma via original da ata, assinada por si e pelos membros da banca examinadora.

9.2. Revisão da Dissertação

Após a defesa da dissertação, o aluno deve entregar à Secretaria de Pós-Graduação, num prazo de 30 dias, uma versão revisada de sua dissertação (em CD, no formato PDF, e impressa, encadernada em capa dura) conforme as eventuais observações e sugestões dos membros da banca examinadora, sob a supervisão de seu orientador.

9.3. Expedição do Diploma

Para expedição de diploma, o aluno deverá seguir os procedimentos indicados abaixo (cf. Ofício Circ. 004/2013-PROPESP de 22/02/2013).

9.3.1. PROCEDIMENTOS GERAIS PARA EXPEDIÇÃO DO DIPLOMA

O aluno deve entregar à Biblioteca do ICHL, Divisão de Documentação:

01 (um) exemplar em capa dura da dissertação de mestrado contendo ficha catalográfica;

Termo BDTD - autorização para publicação da dissertação em PDF no Banco de Teses e Dissertações da UFAM: http://propesp.ufam.edu.br/attachments/044_termo_ufam_bdtd.pdf;

Carta de autorização do Orientador: ppgh.formularios;

CD com cópia digital da dissertação em um só arquivo PDF.

A Biblioteca Central emitirá um Comprovante do depósito da dissertação, que deverá se juntar aos demais documentos, os quais devem ser entregues à Coordenação do Programa de História:

Requerimento do aluno solicitando à Coordenação do PPGH a expedição do seu diploma de Mestre;

Comprovante do depósito da dissertação na Biblioteca do ICHL;

01 (um) exemplar em capa dura da dissertação de mestrado contendo ficha catalográfica;

Declaração de “nada consta” da Biblioteca Central (contato: 3305-5051 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.);

01 (um) CD contendo a dissertação de mestrado em formato PDF;

Diploma do Curso de Graduação (cópia);

Histórico Escolar do Curso de Graduação (cópia);

Certidão de Nascimento ou de Casamento (cópia);

RG e CPF (cópia).

9.3.2. PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA BOLSISTAS FAPEAM

Além dos itens constantes acima, os ex-bolsistas FAPEAM devem entregar à Coordenação do Programa:

Mais 01 (um) exemplar em capa dura da dissertação de mestrado contendo ficha catalográfica;

Mais 01 (um) CD contendo a dissertação de mestrado em formato PDF;

E documento comprobatório de divulgação da dissertação em “escola de ensino médio ou em evento de divulgação e popularização da ciência, acompanhado de relatório sucinto e fotos desta atividade” (POSGRAD/FAPEAM 16/2013).

9.4. Declaração de Conclusão do Mestrado

A Declaração de conclusão do mestrado é um documento provisório, que o DPG/PROPESP pode emitir, a pedido do aluno, na própria PROPESP. A emissão desta Declaração está condicionada à entrega dos documentos para expedição do diploma.

9.5. Encerrar pendências com a FAPEAM

Após a defesa, o ex-bolsista FAPEAM precisa encerrar toda pendência que tiver com a Fundação. São elas: 1) Relatório Final de Atividades FAPEAM; e 2) Documento que comprove a apresentação de trabalho (resultados parciais ou finais da dissertação) seja em evento científico, seja na forma de palestra em escola pública (ver Resolução POSGRAD/FAPEAM 16/2013). Estes documentos devem ser entregues à Coordenação do Programa, que os encaminhará, por ofício, à PROPESP.

9.6. Divulgação eletrônica da dissertação

De acordo com normas da CAPES, desde 2006, todas as dissertações defendidas devem ser divulgadas em formato eletrônico, seja pelo portal da CAPES, seja pelo portal da Universidade.

9.7. Publicação da dissertação

Após a defesa, o Programa recomenda que o autor submeta sua dissertação ao edital BIBLOS/FAPEAM de auxílio à publicação.

 

10. BOLSAS E AUXÍLIOS PARA OS ESTUDANTES

10.1. Bolsas de Mestrado DS.

As bolsas de mestrado de demanda social (DS) possuem vigência de 12 meses, podendo ser renovadas por mais 12 meses. Os alunos que ingressam no curso de mestrado do PPGH podem, a qualquer tempo, pleitear bolsa de mestrado, cujo pedido passará por avaliação da Comissão de Bolsas. O formulário de Declaração de Interesse em Bolsa de estudo está disponível no site do PPGH.

10.1.1. Atualização das informações do aluno junto ao PPGH

A Comissão de Bolsas, nas vezes em que se reunir, considerará para apreciação apenas os formulários que tiverem sido entregues à Secretaria do Programa. Compete, pois, exclusivamente ao aluno informar à coordenação do curso, mediante apresentação de novo formulário de Declaração de Interesse em Bolsa de estudo, eventuais atualizações de sua situação, relativamente à existência ou não de vínculo empregatício, para efeito das análises que serão produzidas no interior da Comissão de Bolsas.

10.1.2. Quantidade de bolsas

Não há, em geral, bolsas em número suficiente para atender a todos os alunos e, mesmo assim, somente são contemplados aqueles que se enquadram nos requisitos determinados pelas agências de fomento à pesquisa (ver 2.5.3).

10.1.3. Requisitos para manter a bolsa

Para manter sua bolsa, o pós-graduando beneficiário deve cumprir com as exigências de: entregar, mensalmente, folha de freqüência, assinada por ele e por seu orientador; não abandonar disciplina nem ser reprovado; não trancar nem abandonar o curso; apresentar à Comissão de bolsas relatório semestral de atividades com parecer do seu orientador; ter desempenho acadêmico satisfatório na avaliação semestral; não se afastar da sede do curso por mais de quinze dias sem o conhecimento do orientador. Ver Resolução PPGH-03/2014 Normas para a Comissão de Bolsas.

10.2. Auxílio para participação em eventos

Para participar como apresentador de trabalho em eventos científicos, o pós-graduando deve buscar auxílio, em primeiro lugar, junto à FAPEAM http://www.fapeam.am.gov.br/. Existe um edital, renovado anualmente e de fluxo contínuo, o PAPE (Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos), que concede, a pós-graduandos, mestres e doutores, passagens para participação em eventos científicos. O aluno precisa se antecipar em três ou quatro meses, para efetuar sua solicitação. É importante conhecer o edital para ter ciência do cronograma de submissão dos pedidos e dos procedimentos exigidos.

10.2.1. Outras formas de auxílio

Alternativamente, caso o aluno não obtenha o benefício pela FAPEAM, poderá solicitar o auxílio ao Programa de Pós-Graduação em História, sujeitando-se às Normas de concessão de passagens e auxílio financeiro a alunos para participação em eventos.

10.2.1.1. Requisitos para o aluno ter direito a auxílio para participação em evento

Uma vez que os objetivos da concessão do auxílio são os de estimular a produção científica dos alunos do Programa e a divulgação de seus resultados, o pós-graduando deve atender aos seguintes requisitos:

Ter publicação ou aceite formal para publicação de artigo em periódico classificado entre A1 e B5 na tabela QUALIS ou ter publicado capítulo em livro acadêmico após seu ingresso no Programa;

Ter o trabalho que será apresentado aceito pela organização do evento;

Estar regularmente matriculado no Programa;

Não ter sido reprovado em nenhuma disciplina;

Ter a anuência do orientador;

Estar dentro do prazo regimental de defesa da dissertação;

Ao apresentar e/ou publicar o trabalho, informar: ser aluno do Programa; a agência de que é bolsista; e a fonte de recursos que financiou a viagem (PROAP-CAPES).

A solicitação do auxílio deve ser encaminhada à Coordenação do Programa, em formulário específico, no mínimo, com 30 (trinta) dias de antecedência da data do evento e deve conter:

discriminação do benefício desejado (passagens; ajuda de custo; ambos)

a caracterização do evento (título, data, local, etc.);

o título do trabalho a ser apresentado;

resumo do trabalho;

aceite do trabalho (a solicitação, quando feita com mais de um mês de antecedência, pode ser entregue sem o comprovante de aceite, o qual deve ser apresentado até trinta dias antes da data do evento);

sugestão de vôo;

folder ou página da internet do evento com a data e a programação;

cópia de artigo já publicado;

assinatura do aluno e do orientador.

10.2.1.2. Relatório de viagem de participação em evento científico

Num prazo de 05 (cinco) dias após a data de retorno marcada no bilhete, o aluno deve apresentar um Relatório de Viagem, em formulário próprio, disponível no site do PPGH, contendo resumo das atividades desenvolvidas no evento e acompanhado: a) dos cartões de embarque ida/volta; b) do certificado de participação.

10.3. Auxílio para trabalhos de campo e coleta de dados

Passagens e diárias podem ser solicitadas, pelo professor-orientador, para participação do aluno em trabalhos de campo e coleta de dados no país, que sejam realizadas fora do município sede do curso. O uso dos recursos é regulado pela Resolução POSGRAD FAPEAM 016/2013 e pelo Regulamento do PROAP, anexo à Portaria n.10, de 27/03/2002, da CAPES. Existe formulário específico para a solicitação e as instruções encontram-se nas Normas para concessão de auxílio a alunos em viagem de trabalho de campo.

10.3.1. Requisitos para ter direito a auxílio para trabalho de campo

Neste caso, é preciso apresentar à Coordenação do Programa uma justificativa do deslocamento, contendo um plano de trabalho detalhado, informando o período de permanência, indicação dos locais onde será promovida a pesquisa, cronograma, etc. Entregar impresso e assinado pelo orientador e pelo aluno.

10.3.2. Relatório de viagem de trabalho de campo

O pedido será apreciado numas das reuniões da Coordenação previstas no calendário acadêmico. Ao retornar, o aluno deve apresentar, no prazo de 20 (vinte) dias, um Relatório de viagem em formulário apropriado disponível no site do PPGH.

10.3.3. Seguro viagem

O aluno que se deslocar com a finalidade de realizar trabalho de campo deve verificar a necessidade de efetuar o seguro viagem junto ao Departamento de Programas Acadêmicos – DPA/PROEG, conforme Ofício 1295/2013-DPG/PROPESP, de 24/09/2013.

 

11. ESTÁGIO DOCÊNCIA

11.1. Definição de estágio docência

O Estágio Docência “constitui-se em atividade obrigatória para os discentes dos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFAM”, conforme o Art. 48 do RG. A Portaria CAPES n.76, de 14/04/2010, que tem como anexo o Regulamento do Programa de Demanda Social, conceitua o Estágio Docência como “parte integrante da formação do pós-graduando, objetivando a preparação para a docência e a qualificação do ensino de graduação”.

11.2. Período de realização do estágio docência

O Estágio Docência deverá ser realizado em um semestre e suas atividades serão supervisionadas pelo professor-orientador.

11.3. Dispensa do Estágio Docência.

Fica dele dispensado o aluno que comprovar experiência anterior de docência em IES, apresentando atestado expedido pela IES onde ministrou aulas em curso de graduação plena, informando carga horária, disciplina, conteúdo e período letivo.

 

12. ALUNOS ESPECIAIS

12.1. Definição de aluno especial

Aluno especial é aquele que, sendo portador de diploma de curso superior pleno, é aceito para seguir disciplinas oferecidas pelo Programa sem estar matriculado em curso de pós-graduação da UFAM.

12.2. Disciplinas que o aluno especial pode cursar

O aluno especial pode cursar até duas das disciplinas optativas oferecidas pelo curso de Pós-Graduação em História, e não mais de uma por semestre. É vetado ao aluno especial cursar as disciplinas consideradas obrigatórias do curso, que são exclusivas para os alunos regulares do curso.

12.3. Matrícula de alunos especiais

A matrícula de alunos especiais deve seguir o cronograma fixado pelo Calendário de matrículas, semestralmente renovado no portal do PPGH.

12.3.1. Procedimentos de matrícula de alunos especiais

A matrícula em disciplina para o aluno especial é feita por meio de requerimento em formulário próprio (disponível no site do PPGH), entregue à Secretaria do Programa e dirigida ao docente responsável pela disciplina.

12.3.2. Requerimento de matrícula

O requerimento consta de dados do requerente, da indicação de no máximo 1 (uma) disciplina e de uma carta, em que o candidato justifica seu interesse em seguir a disciplina. O requerimento deve vir acompanhado de: a) cópia de certificado de conclusão de curso superior; b) cópias do RG e do CPF; c) Currículo Lattes.

12.3.3. Vagas em disciplina e aceite do professor

O requerimento de matrícula só será aceito se houver disponibilidade de vaga e com a anuência expressa do docente responsável pela disciplina.

12.4. Aproveitamento dos créditos obtidos como aluno especial

Caso o aluno especial venha a ser, mais tarde, aprovado no processo seletivo para ingresso no mestrado em História, ele poderá solicitar o aproveitamento dos créditos obtidos em disciplinas, na mesma categoria, desde que tenha a concordância do professor-orientador, que poderá limitar o número de créditos a serem aproveitados (art. 54 RI).

12.5. Desistência justificada de disciplina

O aluno especial que se veja impossibilitado de concluir uma disciplina, poderá solicitar o encerramento justificado de matrícula, respeitando-se o calendário do Programa. Caso abandone a disciplina sem justificar, ficará impedido de voltar a requerer matrícula em disciplina no Programa na mesma condição de aluno especial. O formulário apropriado está disponível no site do PPGH.

12.6. Certificado de obtenção de créditos em disciplina

O aluno especial que obtiver aprovação nas disciplinas que cursar, terá direito a certificado expedido pela Coordenação do Programa de Pós-Graduação em História.

 

13. ALUNOS REGULARES DE OUTROS PROGRAMAS DA UFAM

13.1. Que disciplinas podem cursar os alunos regulares de outros programas

Alunos regulares de outros PPGs da UFAM podem se matricular em todas as disciplinas oferecidas pelo Programa de Pós-Graduação em História, exceto nos Seminários de Pesquisa 1, 2 e 3, que são exclusivas para os alunos regulares do mestrado em História.

13.2. Matrícula de aluno regular de outro programa

A matrícula de alunos regulares de outros Programas deve seguir o cronograma fixado pelo Calendário de matrículas, semestralmente renovado no portal do Programa de Pós-Graduação em História.

13.2.1. Como requerer matrícula para aluno regular de outro programa

A matrícula do aluno regular de outro Programa consta de: 1) requerimento em formulário próprio (disponível no portal do PPGH) e 2) declaração de matrícula fornecida pelo curso de origem, entregues à Secretaria do PPGH.

13.2.2. Matrícula condicionada

A efetivação da matrícula está condicionada ao limite de vagas para cada disciplina.

13.3. Trancamento de matrícula em disciplina

O trancamento de matrícula em disciplina para o aluno regular de outro programa segue as mesmas regras válidas para os alunos regulares do PPGH (ver 5.5 e 5.6).

13.4. Declaração de aprovação

O aluno regular de outro Programa que obtiver aprovação nas disciplinas que cursar terá direito a declaração emitida pela Secretaria do Programa de Pós-Graduação em História.

 

14. SECRETARIA DO PPGH

14.1. Horário de funcionamento

A Secretaria de Pós-Graduação funciona de segunda a sexta-feira, entre as 14h e 18h.

14.2. Solicitação de documentos à Secretaria do Programa

Todo documento que for do interesse do aluno deve ser solicitado, à Secretaria do Programa, com antecedência mínima de 48 horas, por meio de requerimento (disponível no site do PPGH), em que especificará o tipo de documento desejado (atestado, declaração, histórico, segundas vias) e a razão do pedido. Deve ser encaminhado à Secretaria com a assinatura do requerente.

14.3. Retirada dos documentos apresentados no ato da inscrição

Quando se tratar da retirada dos documentos apresentados no ato da inscrição (apenas para candidatos não aprovados no processo seletivo), estes poderão ser obtidos imediatamente, mediante preenchimento do formulário de solicitação de documentos, que está disponível em ppgh.formularios

PPGH | (92) 3305-4590 / 99128-7971 |