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Os cinco laboratórios de pesquisa funcionam no bloco Arthur Cézar Ferreira Reis (de História e Geografia) do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) da UFAM. Eles atendem aos professores-pesquisadores e aos alunos de graduação e pós-graduação em História, oferecendo subsídios e recursos tecnológicos para o desenvolvimento de seus projetos (monografia, PIBIC, mestrado, etc.). Suas salas climatizadas estão equipadas com computadores, leitoras de microfilmes, impressoras, etc.

 

Laboratório de Estudos Sobre Trabalho e Ditadura – LETRAD

foi criado no âmbito do Curso de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) a partir da necessidade de aglutinar e promover o diálogo entre os diversos pesquisadores que vinham realizando atividades tanto na graduação quanto na Pós-Graduação. Tais pesquisas deram origem a monografias, trabalhos de Iniciação Científica e dissertações de mestrado e foram se avolumando,  o LETRAD desenvolve três linhas de pesquisade (Trabalho e trabalhadores no pós-30, Trabalhismo e populismo no Brasil e Ditadura, autoritarismo e repressão no Brasil e na América Latina),  modo que a criação do grupo, em julho de 2017, foi uma consequência natural do desenvolvimento do trabalho e serviu como um mecanismo para consolidar essas pesquisas, promover a integração entre os diversos pesquisadores e impulsionar a realização de novos trabalhos sobre a temática. A divulgação dos resultados das pesquisas já pode ser verificada a partir da participação em diversos eventos como o XXIX Simpósio Nacional de História (ANPUH/Brasília), a III Jornada de História do Trabalho na Amazônia (Belém/Pa) e a I Jornada de Debates em História: Fontes Históricas, Memória e Justiça do Trabalho (UFAM). A temática e o recorte temporal proposto têm sido relativamente pouco explorados pela historiografia regional que acaba por priorizar períodos anteriores, como a chamada Belle Époque. Ademais, o grupo vem constituindo um acervo bibliográfico e documental para alicersar as pesquisas dos interessados pela temática. É necessário ainda ressaltar que a importância de se realizar uma profunda reflexão sobre autoritarismo, política e ditadura ganha uma dimensão de enorme atualidade em virtude do contexto político no qual estamos inseridos, quando observamos velhos esqueletos saindo dos armários e percebemos uma disputa de memórias sobre o período de 21 anos em que o país viveu sob uma Ditadura Militar.


Laboratório de Estudos em História Cultural - LEHC

Ligado à Linha de Pesquisa 1 - Cultura e Representações, este laboratório abriga dois grupos de pesquisa, articulados a projetos de alunos da graduação e da pós-graduação (monografias, iniciação científica, mestrado). São eles Cultura e Historiografia da Amazônia e História Cultural da Amazônia. O LEHC possui acervo de periódicos e de documentos em microfilme sobre a Inquisição portuguesa e é dotado de computadores e leitora de microfilmes, proporcionando aos alunos uma infraestrutura favorável aos estudos. Pesquisadores associados ao LECH: Almir Diniz de Carvalho Jr., Antônio Emílio Morga, Auxiliomar Silva Ugarte; Kátia Cilene do Couto; Otoni Moreira de Mesquita, Sínval Carlos Mello Gonçalves.


Laboratório de História da Imprensa no Amazonas – LHIA

O LHIA está associado à Linha de Pesquisa 2 - Migrações, Trabalho e Movimentos Sociais na Amazônia e vem desenvolvendo trabalhos desde o início das atividades do Curso de Mestrado. O LHIA desenvolve duas linhas de pesquisa (Imprensa e Cultura Letrada e Imprensa e Mundos do Trabalho), com forte inflexão para os estudos acerca da Imprensa de trabalhadores, sendo um de seus principais objetivos inventariar a produção periódica. Pesquisadores vinculados ao LHIA: Luís Balkar Sá Peixoto Pinheiro, Maria Luiza Ugarte Pinheiro, Geraldo Pantaleão Sá Peixoto Pinheiro, Patrícia Rodrigues da Silva, Marcos César Borges da Silveira.


Laboratório de História Oral – LHO

Organizado em duas linhas de pesquisa: Trabalhadores e migrações e Trabalhadores e modos de vida, o Laboratório de História Oral (LHO) foi criado em 2012 e integra o Departamento de História da UFAM. Objetiva fomentar o debate acerca do uso das fontes orais como material primordial da investigação histórica e apoias pesquisas nessa área. Promove, como atividades, discussões acerca das questões teórico-metodológicas que envolvem a pesquisa com as fontes orais e a memória, minicursos e workshops e possui arquivo de fontes orais, visuais e digitais. Pesquisadores vinculados ao LHO: Patrícia Rodrigues da Silva e Adriana Brito Barata Cabral.


Núcleo de Pesquisas em Políticas, Instituições e Práticas Sociais – POLIS

O POLIS, desde 2005, congrega professores e alunos envolvidos em projetos de pesquisa, que têm a Amazônia como ponto de partida para a reflexão sobre populações, tempo, espaço, relações de poder e política. O Núcleo possui acervo de periódicos microfilmados; reserva bibliográfica; banco de imagens; banco digital de documentos dos séculos XVIII ao XX, além de equipamentos que auxiliam a pesquisa. Pesquisadores associados ao POLIS: Adriana Angelita da Conceição, Eloína Monteiro dos Santos, Hideraldo Lima da Costa, James Roberto Silva, Marcia Eliane Alves de Souza e Mello, Nelson Tomelin Jr., Patrícia Maria Melo Sampaio e Maria Eugênia Mattos Luchsinger.

 

  

  

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